Releitura participa de formação sobre orçamento e direitos

Foram três dias de formação. Em pauta: orçamento público, incidência política, legislação de fomento à leitura. O projeto do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) prevê a formação para bibliotecas comunitárias da Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC) e de oito redes de bibliotecas nas várias partes do país: a Releitura entre elas. O objetivo é preparar as bibliotecas para que participem dos ciclos orçamentários locais e federal para garantir políticas públicas para o setor do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas.

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Entre a dor e o prazer, o desafio da escrita

'Tempestade de ideiais' Releitura/Ceel, na BPCoque - Foto: BP Coque

‘Tempestade de ideiais’ Releitura/Ceel, na BPCoque – Foto: BP Coque

Escrever dói. Alguém já escreveu, dizem que Clarice Lispector, que, numa autodefinição poética que bem poderia emendar a frase anterior, completou a respeito da dor de conhecê-la, na essência de seu ser, e deixar que o outro seja: “… mas só no começo”.

Pois transpor a barreira da escrita, se não é tarefa fácil, é o desafio que a Releitura PE decidiu encarar, com a ajuda do Ceel – Centro de Estudos em Educação e Linguagem da UFPE.  Desta vez, a oficina aconteceu na Biblioteca Popular do Coque, com os formadores Gabriel Santana – que já coordenou a Nossa Rede – e Ivanovska, no último dia 12.

Como sempre acontece, partiu da leitura literária; dois livros que trouxeram a reflexão do, digamos “trauma” de escrever e/ou ler:  Minhas férias, pula uma linha, parágrafo, de Christiane Gribel, identifica como o processo de formação escolar pode deformar a relação com a escrita. A crônica Os Contadores de Histórias fala de como a menina Guta, obrigada a decorar uma poesia, acaba criando uma conversa louca e lúdica com letras e palavras.

Uma “tempestade de ideias” identificou a relação de cada pessoa presente com a escrita, as dificuldades das barreiras e o prazer da conquista do “Escrever é…”.  Uma conversa explicitou as necessidades de escrita em cada biblioteca, o papel de cada mediador/a, articulador/a e gestor/a, as possibilidades de comunicação.

O fecho da oficina de formação não podia ser outro que não a produção de um texto, uma história sobre uma experiência marcante com a escrita.

Esta é a tradução deste blogue da postagem capturada no blogue da BP Coque – clique para ler mais detalhes.

 

 

 

 

Formação em parceria com o Ceel

Começou pela Biblioteca Peró, dia 29 de abril, a formação de articuladores e mediadores de leitura da nossa Rede visando o desenvolvimento da escrita a partir da leitura. Foi a primeira de três oficinas temáticas Ler para Escrever, parceria da Releitura com o Ceel – Centro de Educação em Estudos e Linguagem da UFPE.

O objetivo é instigar cada participante a mergulhar no mundo da escrita, a partir da análise e reflexão sobre um conjunto de obras literárias, diferentes estilos e percursos dos autores na construção dos seus textos e enredos.

Outras virão, em sistema de rodízio da equipe e das bibliotecas-membros da Rede.

Eis algumas das  fotos da oficina, que nos foram enviadas por Luh Lima, educadora e mediadora de leitura da Peró: